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VISITANDO CAMILLE CLAUDEL
Assisti ontém a uma excelente peça no teatro da UFF, em Niterói. Inicialmente, fui ao espetáculo devido ao meu interesse sobre artes, visto que a peça é sobre vida da escultora Camille Claudel. A atriz Adriana Rabello, cujo trabalho eu desconhecia, foi revelando-se de forma brilhante no palco e despertou minha admiração. A linguagem da peça foi construída de maneira sensível e encantadora. Por ser um monólogo, exige uma intensa doação por parte da atriz, o que foi exercido plenamente por Adriana. Toda a equipe tem minha profunda admiração pelo trabalho. Desejo grande sucesso a todos!
10, 11, 12, 17, 18, 19 de AGOSTO SEXTAS e SÁBADOS - 21h DOMINGOS - 20h TEATRO ADULTO VISITANDO CAMILLE CLAUDEL
A peça mostra todos os momentos da vida desta genial escultora apaixonada por Rodin. Livremente inspirada na vida e na obra da genial escultora francesa, a peça segue o fluxo de memória da artista, reinventando, de forma poética, as passagens marcantes de sua vida: a infância, o auge em Paris, sua paixão por Rodin, sua luta para se estabelecer numa profissão estritamente masculina e sua internação durante 30 anos num asilo de alienados. Camille Claudel é interpretada pela atriz Adriana Rabelo - que vive a Marta da novela Eterna Magia, e encarna Camille na série portuguesa Coração Navegador da TVJB.
AOS DOMINGOS, SERÃO REALIZADOS DEBATES COM A EQUIPE E CONVIDADOS SOBRE A HISTÓRIA DA ARTISTA E A LUTA ANTIMANICOMIAL.
LOCAL: Teatro da UFF - Rua Miguel de Frias, 9 - Icaraí / Niterói PREÇO: R$ 25 (Estudantes, servidores da UFF e pessoas acima de 60 anos têm 50% de desconto). Com filipeta R$ 10. MAIS INFORMAÇÕES PELO TEL.: (21) 2629-5020 ou 2629-5008.
PROGRAMAÇÃO DO TEATRO DA UFF: http://www.uff.br/centroarte/proteatro.htm
SITE DA PEÇA: www.visitandocamilleclaudel.kit.net
SOBRE CAMILLE CLAUDEL: http://www.camilleclaudel.com.br/
Escrito por Rosaly Fonseca às 11h04
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Clube da Esquina II
Por que se chamava moço Também se chamava estrada Viagem de ventania Nem lembra se olhou pra trás Ao primeiro passo, aço, aço....
Por que se chamava homem Também se chamava sonhos E sonhos não envelhecem Em meio a tantos gases lacrimogênios Ficam calmos, calmos
E lá se vai mais um dia
E basta contar compasso e basta contar consigo Que a chama não tem pavio De tudo se faz canção E o coração Na curva de um rio, rio...
E o Rio de asfalto e gente Entorna pelas ladeiras Entope o meio fio Esquina mais de um milhão Quero ver então a gente, gente, gente...
(Flávio Venturini)
Escrito por Rosaly Fonseca às 19h54
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FONTE DA VIDA
Fonte da vida, do amor... Uma busca angustiante. A condição para a felicidade se dissipando minuto a minuto, o medo crescente, a impotência diante da morte. O terrível, temível e trágico momento no qual se concretiza o "até que a morte os separe". Não importa o tempo ou o lugar onde os seres humanos se encontrem, é o mesmo Amor. Sentimento raro hoje em dia, com uma profundidade e uma força que falta às pessoas superficiais. O filme tem seus enigmas, sua linguagem tão diferente, tão própria, digamos... experimental. Até assusta no primeiro momento. Acho que é preciso assistir uma segunda vez, para tentar captar os muitos "não-ditos". Parece que cada suspiro dos personagens, cada olhar tem algo mais. Um silêncio que muito diz. Nesse filme, talvez eu possa dizer que a linguagem assumiu um caráter simbolista. É uma constante evocação de sentimentos, de sensações. Quem quiser ter uma experiência bem diferente, eu recomendo. Não sei dizer se gostei, mas o tempo gasto teve valor. O certo é que deixa algo marcante e inesquecível.
SINOPSE:
Em 3 épocas distintas da humanidade um homem busca respostas que possam ajudá-lo a compreender a existência. Dirigido por Darren Aronofsky (Réquiem por um Sonho) e com Hugh Jackman, Rachel Weisz e Ellen Burstyn no elenco.
Na Espanha do século 16, o navegador Tomas Creo parte para o Novo Mundo em busca da lendária árvore da vida. Nos tempos atuais a mulher do pesquisador Tommy Creo está morrendo de câncer, mas ele busca desesperadamente a cura que pode salvá-la. Uma terceira história une as duas primeiras: no século 26, o astronauta Tom finalmente consegue a resposta para as questões fundamentais da existência.
http://www.adorocinema.com/filmes/fonte-da-vida/fonte-da-vida.asp

Escrito por Rosaly Fonseca às 17h48
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