Descrição: Um motorista parado no sinal se descobre subitamente cego. É o primeiro caso de uma "treva branca" que logo se espalha incontrolavelmente. Resguardados em quarentena, os cegos se perceberão reduzidos à essência humana, numa verdadeira viagem às trevas. O Ensaio Sobre a Cegueira é a fantasia de um autor que nos faz lembrar "a responsabilidade de ter olhos quando os outros os perderam". José Saramago nos dá, aqui, uma imagem aterradora e comovente de tempos sombrios, à beira de um novo milênio, impondo-se à companhia dos maiores visionários modernos, como Franz Kafka e Elias Canetti.Cada leitor viverá uma experiência imaginativa única. Num ponto onde se cruzam literatura e sabedoria, José Saramago nos obriga a parar, fechar os olhos e ver. Recuperar a lucidez, resgatar o afeto: essas são as tarefas do escritor e de cada leitor, diante da pressão dos tempos e do que se perdeu: "uma coisa que não tem nome, essa coisa é o que somos".
Comentário: É uma leitura intensa, envolvente, que conservou meu interesse. No começo, pode haver estranhamento em relação à maneira que José Saramago escreve, sem separação entre a narração e as falas dos personagens, mas essa questão logo se resolve, porque o leitor se acostuma. A trama se mostra cada vez mais marcante e realista. Eu só parava de ler quando o cansaço não me permitia prosseguir a leitura. É um livro que recomento com entusiamo.
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Descrição: Uma inédita e inexplicável epidemia de cegueira atinge uma cidade. Chamada de "cegueira branca", já que as pessoas atingidas apenas passam a ver uma superfície leitosa, a doença surge inicialmente em um homem no trânsito e, pouco a pouco, se espalha pelo país. À medida que os afetados são colocados em quarentena e os serviços oferecidos pelo Estado começam a falhar as pessoas passam a lutar por suas necessidades básicas, expondo seus instintos primários. Nesta situação a única pessoa que ainda consegue enxergar é a mulher de um médico (Julianne Moore), que juntamente com um grupo de internos tenta encontrar a humanidade perdida.
A idéia é a rotina do papel O céu é a rotina do edifício O início é a rotina do final A escolha é a rotina do gosto A rotina do espelho é o oposto A rotina do jornal é o fato A celebridade é a rotina do boato A rotina da mão é o toque A rotina da garganta é o rock O coração é a rotina da batida A rotina do equilíbrio é a medida O vento é a rotina do assobio A rotina da pele é o arrepio A rotina do perfume é a lembrança O pé é a rotina da dança Julieta é a rotina do queijo A rotina da boca é o desejo A rotina do caminho é a direção A rotina do destino é a certeza Toda rotina tem sua beleza.
Sinopse: A atriz Fanny Brice (Barbra Streisand) vê um futuro profissional quando o empresário do Keney's Music Hall a contrata como patinadora. Depois de alguns meses, ela terá seu reconhecimento em Ziegfeld Follies, onde conhecerá Nick Arnstein (Omar Sharif), um desastrado jogador. Vencedor do Oscar de Melhor Atriz (Barbra Streisand) e indicado a outras sete categorias.
Direção: William Wyler Roteiro: Isobel Lennart Gênero: Biografia/Drama/Musical/Romance Origem: Estados Unidos Duração: 151 minutos Tipo: Longa
Baseado na vida da famosa comediante Fanny Brice.
Indicações e prêmios:
Oscar 1969 (EUA) Venceu na categoria de Melhor Atriz (Barbra Streisand). indicado nas categorias de Melhor Atriz Coadjuvante (Kay Medford), Melhor Fotografia, Melhor Edição, Melhor Canção Original, Melhor Trilha Sonora de Filme Musical, Melhor Filme e Melhor Som.
Globo de Ouro 1969 (EUA) Venceu na categoria de Melhor Atriz - Comédia / Musical (Barbra Streisand). Indicado nas categorias de Melhor Filme - Comédia / Musical, Melhor Diretor de Cinema, Melhor Canção Original.
BAFTA 1970 (Reino Unido) Indicado nas categorias de Melhor Atriz (Barbra Streisand), Melhor Fotografia e Melhor Figurino.
Prêmio David di Donatello 1969 (Itália) Venceu na categoria de Melhor Atriz Estrangeira (Barbra Streisand, junto com Mia Farrow, em Rosemary's Baby).
FUNNY LADY (1975)
Sinopse: "Bárbara Streisand (Funny Girl, O Espelho Tem Duas Faces) volta em grande estilo como a exuberante Fanny Brice em Funny Lady, a seqüência do aclamado Funny Girl que deu o Oscar de Melhor Atriz em 1968 para a Bárbara. Este vibrante musical abre mais um capitulo na carreira e vida amorosa de Funny. Divorciada do bem sucedido Nick Arnstein (Omar Sharif - O 13º Guerreiro, Lawrence da Arábia) ela se uma ao compositor Billy Rose (James Caan - Queima de Arquivo, Caminho Sem Volta), um vigoroso showman cheio de entusiasmo e ambições no teatro. Eles formam um casal incomum, mas a amizade se transforma em amor. Funny Lady é a historia de seu mágico talento, seus temperamentos difíceis e seu romance conturbado. Apresentando grandes números musicais e um elenco elétrico. Streisand é uma Funny Lady que você nunca irá esquecer."
Dados Técnicos Título: FUNNY LADY Título Original: FUNNY LADY Duração: 135 minutos Ano de Lançamento: 1975 País(es) de Origem: EUA Idioma Original: INGLÊS
ALÔ, DOLLY (1969)
"Em 1890, em Nova York, uma conhecida viúva casamenteira faz uma viagem para fazer com que um rico comerciante se interesse por sua chapeleira. Ao encontrá-lo ele lhe pede que ela consiga afastar sua sobrinha de um artista, apesar dos dois estarem apaixonados. A viúva decide manter os dois juntos e como sua chapeleira não se interessou pelo bom partido ela decide conquistá-lo para si mesma."
Ficha Técnica Título Original: Hello, Dolly! Gênero: Musical Tempo de Duração: 146 minutos Ano de Lançamento (EUA): 1969 Estúdio: 20th Century Fox / Chenault Productions, Inc. Distribuição: 20th Century Fox Film Corporation Direção: Gene Kelly Roteiro: Ernest Lehman e Michael Stewart, baseado em peça teatral de Thornton Wilder Produção: Ernest Lehman Música: Lennie Hayton, Jerry Herman e Lionel Newman Fotografia: Harry Stradling Sr. Desenho de Produção: John DeCuir Direção de Arte: Herman A. Blumenthal, John DeCuir e Jack Martin Smith Figurino: Irene Sharaff Edição: William Reynolds
Premiações: - Ganhou 3 Oscars, nas seguintes categorias: Melhor Som, Melhor Direção de Arte e Melhor Trilha Sonora em Musicais. Foi ainda indicado em outras 4 categorias: Melhor Filme, Melhor Fotografia, Melhor Edição e Melhor Figurino.
- Recebeu 5 indicações ao Globo de Ouro, nas seguintes categorias: Melhor Filme - Comédia/Musical, Melhor Diretor, Melhor Atriz - Comédia/Musical (Barbra Streisand), Melhor Atriz Coadjuvante (Marianne McAndrew) e Melhor Revelação Feminina (Marianne McAndrew).
- Recebeu 4 indicações ao BAFTA, nas seguintes categorias: Melhor Ator (Walter Matthau), Melhor Atriz (Barbra Streisand), Melhor Direção de Arte e Melhor Fotografia.
- Recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Filme, por "O Príncipe das Marés" (1991).
- Recebeu 2 indicações ao Oscar de Melhor Atriz, por "Funny Girl, a Garota Genial" (1968) e "Nosso Amor de Ontem" (1973). Venceu por "Funny Girl".
- Recebeu 2 indicações ao Oscar de Melhor Canção Original, por "Nasce uma Estrela" (1976) e "O Espelho Tem Duas Faces" (1996). Ganhou por "Nasce uma Estrela".
- Recebeu 2 indicações ao Globo de Ouro de Melhor Diretor, por "Yentl" (1983) e "O Príncipe das Marés" (1991). Ganhou por "Yentl".
- Recebeu 2 indicações ao Globo de Ouro de Melhor Atriz - Drama, por "Nosso Amor de Ontem" (1973) e "Querem Me Enlouquecer" (1987).
- Recebeu 7 indicações ao Globo de Ouro de Melhor Atriz - Comédia/Musical, por "Funny Girl, a Garota Genial" (1968), "Alô, Dolly!" (1969), "O Corujão e a Gatinha" (1970), "Funny Lady" (1975), "Nasce uma Estrela" (1976), "Yentl" (1983) e "O Espelho Tem Duas Faces" (1996). Ganhou por "Funny Girl, a Garota Genial" e "Nasce uma Estrela".
- Recebeu 2 indicações ao Globo de Ouro de Melhor Canção Original, por "Nasce uma Estrela" (1976) e "O Espelho Tem Duas Faces" (1996). Ganhou por "Nasce uma Estrela".
- Ganhou o Prêmio Cecil B. DeMille em 2000, concedido pela Associação de Jornalistas Estrangeiros em Hollywood.
- Recebeu 3 indicações ao BAFTA de Melhor Atriz, por "Funny Girl, a Garota Genial" (1968), "Alô, Dolly!" (1969) e "Nosso Amor de Ontem" (1973).
- Recebeu uma indicação ao BAFTA de Melhor Trilha Sonora, por "Nasce uma Estrela" (1976).
- Recebeu uma indicação ao Grammy de Melhor Trilha Sonora - TV/Cinema, por "Nasce uma Estrela" (1976).
Curiosidades
- Cantora de grande sucesso.
- Possui uma estrela na Calçada da Fama, localizada em 6925 Hollywood Boulevard.
Para quem quer se soltar invento o cais Invento mais que a solidão me dá Invento lua nova a clarear Invento o amor e sei a dor de me lançar
Eu queria ser feliz Invento o mar Invento em mim o sonhador Para quem quer me seguir eu quero mais Tenho o caminho do que sempre quis E um saveiro pronto pra partir Invento o cais E sei a vez de me lançar
Assisti ontém a uma excelente peça no teatro da UFF, em Niterói. Inicialmente, fui ao espetáculo devido ao meu interesse sobre artes, visto que a peça é sobre vida da escultora Camille Claudel. A atriz Adriana Rabello, cujo trabalho eu desconhecia, foi revelando-se de forma brilhante no palco e despertou minha admiração. A linguagem da peça foi construída de maneira sensível e encantadora. Por ser um monólogo, exige uma intensa doação por parte da atriz, o que foi exercido plenamente por Adriana. Toda a equipe tem minha profunda admiração pelo trabalho. Desejo grande sucesso a todos!
10, 11, 12, 17, 18, 19 de AGOSTO SEXTAS e SÁBADOS - 21h DOMINGOS - 20h TEATRO ADULTO VISITANDO CAMILLE CLAUDEL A peça mostra todos os momentos da vida desta genial escultora apaixonada por Rodin. Livremente inspirada na vida e na obra da genial escultora francesa, a peça segue o fluxo de memória da artista, reinventando, de forma poética, as passagens marcantes de sua vida: a infância, o auge em Paris, sua paixão por Rodin, sua luta para se estabelecer numa profissão estritamente masculina e sua internação durante 30 anos num asilo de alienados. Camille Claudel é interpretada pela atriz Adriana Rabelo - que vive a Marta da novela Eterna Magia, e encarna Camille na série portuguesa Coração Navegador da TVJB.
AOS DOMINGOS, SERÃO REALIZADOS DEBATES COM A EQUIPE E CONVIDADOS SOBRE A HISTÓRIA DA ARTISTA E A LUTA ANTIMANICOMIAL.
LOCAL: Teatro da UFF - Rua Miguel de Frias, 9 - Icaraí / Niterói PREÇO: R$ 25 (Estudantes, servidores da UFF e pessoas acima de 60 anos têm 50% de desconto). Com filipeta R$ 10. MAIS INFORMAÇÕES PELO TEL.: (21) 2629-5020 ou 2629-5008.
Fonte da vida, do amor... Uma busca angustiante. A condição para a felicidade se dissipando minuto a minuto, o medo crescente, a impotência diante da morte. O terrível, temível e trágico momento no qual se concretiza o "até que a morte os separe". Não importa o tempo ou o lugar onde os seres humanos se encontrem, é o mesmo Amor. Sentimento raro hoje em dia, com uma profundidade e uma força que falta às pessoas superficiais. O filme tem seus enigmas, sua linguagem tão diferente, tão própria, digamos... experimental. Até assusta no primeiro momento. Acho que é preciso assistir uma segunda vez, para tentar captar os muitos "não-ditos". Parece que cada suspiro dos personagens, cada olhar tem algo mais. Um silêncio que muito diz. Nesse filme, talvez eu possa dizer que a linguagem assumiu um caráter simbolista. É uma constante evocação de sentimentos, de sensações. Quem quiser ter uma experiência bem diferente, eu recomendo. Não sei dizer se gostei, mas o tempo gasto teve valor. O certo é que deixa algo marcante e inesquecível.
SINOPSE:
Em 3 épocas distintas da humanidade um homem busca respostas que possam ajudá-lo a compreender a existência. Dirigido por Darren Aronofsky (Réquiem por um Sonho) e com Hugh Jackman, Rachel Weisz e Ellen Burstyn no elenco.
Na Espanha do século 16, o navegador Tomas Creo parte para o Novo Mundo em busca da lendária árvore da vida. Nos tempos atuais a mulher do pesquisador Tommy Creo está morrendo de câncer, mas ele busca desesperadamente a cura que pode salvá-la. Uma terceira história une as duas primeiras: no século 26, o astronauta Tom finalmente consegue a resposta para as questões fundamentais da existência.
SINOPSE Alex Fletcher (Hugh Grant) é um decadente astro da música pop, que fez muito sucesso na década de 80 mas que agora apenas se apresenta no circuito nostálgico de feiras e parques de diversão. A chance de mais uma vez fazer sucesso bate à sua porta quando Cora Corman (Haley Bennet), a atual diva do pop, o convida para compor uma canção e gravá-la com ela, em dueto. O problema é que Alex há anos não compõe uma canção sequer, além de jamais ter escrito uma letra de música. Sua salvação é Sophie Fisher (Drew Barrymore), a encarregada de cuidar das plantas de Alex, cujo jeito com as palavras serve de inspiração para Alex. Inicialmente reticente em trabalhar com Alex, devido ao término conturbado de um relacionamento e à fobia dele a compromisso, Sophie termina por aceitar a parceria.
COMENTÁRIO: Para começar, é um estilo de fime que me agrada muito: comédia romântica. Muito divertido! Quer relaxar, dar umas boas risadas? Assista! Gostei muito da atuação dos atores. O filme é bem leve. Revela também a cara da indústria cultural, ligada à música. É interessante reparar na questão da imagem enquanto apelo diante da massa. Bem... mostra também a questão de valorizar as pessoas, quando se descobre um talento escondido. Essencialmente... é romance. Quando a letra e a música se completam.
Sinopse: Serra Leoa, final da década de 90. O país está em plena guerra civil, com conflitos constantes entre o governo e a Força Unida Revolucionária (FUR). Quando uma tropa da FUR invade uma aldeia da etnia Mende, o pescador Solomon Vandy (Djimon Hounson) é separado de sua família, que consegue fugir. Solomon é levado a um campo de mineração de diamantes, onde é obrigado a trabalhar. Lá ele encontra um diamante cor-de-rosa, que tem cerca de 100 quilates. Solomon consegue escondê-lo em um pedaço de pano e o enterra, mas é descoberto por um integrante da FUR. Neste exato momento ocorre um ataque do governo, que faz com que Solomon e vários dos presentes sejam presos. Ao chegar na cadeia lá está Danny Archer (Leonardo DiCaprio), um ex-mercenário nascido no Zimbábue que se dedica a contrabandear diamantes para a Libéria, de onde são vendidos a grandes corporações. Danny ouve um integrante da FUR acusar Solomon de ter escondido o diamante e se interessa pela história. Ao deixar a prisão Danny faz com que Solomon também saia, propondo-lhe um trato: que ele mostre onde o diamante está escondido, em troca de ajuda para que possa encontrar sua família. Solomon não acredita em Danny mas, sem saída, aceita o acordo.
COMENTÁRIO: O filme deixou marcante a banalização da vida humana diante da ganância. Seja por interesse lucrativo, profissional, ou político, os sentimentos se tornam duros, como uma pedra de diamante. Ficam escondidos no fundo de um rio, podendo ou não ser garimpados. Há violência de todas as formas, barbárie, manipulação ideológica, brutalidade total. O sofrimento chega ao extremo. Em relação a alguns personagens, ficam as perguntas: Qual é o sentido da vida? O que realmente importa? Não há paz, não há equilíbrio. Felicidade? A dureza é tal, que as palavras "amizade" e "amor" soam de maneira estranha. Irreais, fora do lugar e das circunstâncias. Para alguns, nem existem. Revolver o passado é doloroso. E o futuro? Incerto. A verdade é preciosa. Para alguns, traz o amadurecimento. Para outros, traz o vazio. Então, o amor pode ser a salvação. Mas, e se for tarde demais? O filme choca e leva à reflexão. Mas... será que ele vai sensibilizar como deve, ou somente entreter? Será que vai mudar alguma coisa?
Então... Após longa viagem de carro (cerca de 1500km), enfrentando fileiras de caminhões a serem ultrapassados e muitos buracos (ou melhor, grateras) na pista... Chegamos enfim (pai, mãe, irmã e eu). Bahia - cidade de interior (Valença). Reencontrei familiares depois de longos anos. Como foi bom revê-los! Bem... depois do momento família, curtimos os momentos de aventura: pegamos uma lancha em alto mar, rumo à ilha de Tinharé (mais precisamente ao povoado de Garapuá). Bela lancha, mar tão amado e lindo, mas os pulos e pinotes nada agradáveis...
Chegando lá, foi só relaxar e aproveitar a natureza exuberante, enfim, um paraíso! Nadar, caminhar, nadar, caminhar... Não fazer coisa alguma, ou ficar sem fazer nada, curtindo a maresia, o sol, as estrelas. Comer e comer. O que? Lagosta, peixe, caranguejo, polvo, tudo pescado na hora, chegando até vivo na cozinha. Conversas e papos, cochilos e mp3 na rede. Mais uma pequena aventura: passeio de trator até o Morro de São Paulo para passar a manhã. É... trator! Ele puxa uma espécie de carroceria com assentos para os turistas e cargas. Devem descolar uns trocados legais, carregando tanta gente. De volta a Garapuá, passeio de caiaque, passeio de lancha até uma jangada, para nadar na piscina natural (maré baixa e água morna). Entrei até em um barco de pesca, assim que os pescadores chegaram. Antes de passar mais alguns dias em Valença, enfrentamos duas horas e meia de barco pelo rio. Só que 5 da matina!Um friiiio! Ainda voltamos para a ilha e passamos mais alguns dias lá. Antes de encarar a estrada novamente, tivemos uma noite dos primos, com direito a pizzaria, seguida de sorveteria. Finalmente... pé na estrada e aqui cheguei novamente ao Rio.